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INFLAÇÃO

Wall Street digere um IPC mais quente sem quebrar a recuperação

A inflação complica a Fed, mas a bolsa resiste

Written by

Sergio Ávila

Sergio Ávila

Analista Sénior da IG Espanha

Publication date

A inflação de abril nos EUA foi pior do que o previsto, mas não suficientemente negativa para quebrar o apetite pelo risco. O IPC subiu 3,8% em termos homólogos, face aos 3,3% de março, e o S&P 500 e o Nasdaq recuperaram dos mínimos da sessão após a divulgação do dado.

O relatório confirma que o choque energético volta a ser o principal problema para os mercados. A energia subiu 17,9% em termos homólogos, com a gasolina a avançar 28,4% e o fuelóleo 54,3%. Em termos mensais, a energia subiu 3,8% e explicou mais de 40% do aumento total do IPC de abril.

A leitura não é confortável para a Reserva Federal. A inflação subjacente, que exclui alimentos e energia, subiu para 2,8% em termos homólogos, face aos 2,6% de março, e o avanço mensal foi de 0,4%, o dobro dos dois meses anteriores.

Para a bolsa, a nuance está na composição do dado. O mercado pode tolerar uma inflação elevada se a interpretar como um choque energético temporário. O que penaliza mais as tecnológicas é uma inflação persistente nos serviços, porque pressiona as taxas reais e reduz o valor atual dos lucros futuros. Em abril, a habitação subiu 0,6% em termos mensais e 3,3% em termos anuais, um sinal desconfortável, embora ainda não aponte, por si só, para uma espiral generalizada de preços.

A recuperação do S&P 500 e do Nasdaq a partir dos mínimos mostra que muitos investidores esperavam uma surpresa pior. Antes do dado, os futuros já vinham pressionados pelo petróleo, pela tensão com o Irão e pelo abrandamento do rally ligado à inteligência artificial. A Reuters assinalou que os futuros do Nasdaq caíam com mais força do que os do S&P 500 antes do relatório, enquanto o crude continuava pressionado pelo risco geopolítico.

A leitura do mercado é clara: inflação negativa, mas não devastadora. O S&P 500 e o Nasdaq recuperavam dos mínimos da sessão após a publicação, o que encaixa mais numa reação de alívio parcial do que numa compra agressiva.

O problema de fundo não desaparece. Se o petróleo continuar elevado, a inflação energética pode contaminar expectativas, margens empresariais e consumo. Isso afetaria especialmente setores sensíveis às taxas de juro: tecnologia, consumo discricionário e small caps. Em contrapartida, energia, defesa, materiais e certas empresas com poder de fixação de preços poderão resistir melhor.

O dado também reduz a margem da Fed para cortar taxas. Com o IPC geral nos 3,8% e a subjacente nos 2,8%, o banco central tem poucos incentivos para acelerar um alívio monetário. Para Wall Street, isso significa que o mercado precisa de se apoiar mais nos resultados empresariais e menos nas expectativas de cortes nas taxas.

A conclusão para os investidores é direta: o dado não derruba o rally, mas torna-o mais exigente. O S&P 500 e o Nasdaq demonstraram capacidade de absorção, mas a liderança tecnológica precisa que as obrigações não voltem a subir com força e que o petróleo deixe de funcionar como um imposto sobre consumidores e empresas.

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